O Rio de Janeiro se converteu em um polo de atração de investimentos e passou a ser a unidade da Federação que mais receberá recursos nacionais e estrangeiros nos próximos anos. De um total de USD 268,8 bilhões anunciados para o Brasil em 2010, o Rio recebeu USD 18,45 bilhões, saindo da 3 posição em 2009 e indo para a 1 no ano seguinte, segundo o Relatório de Anúncios de Projetos de Investimentos (Renai) de 2010, elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), ao qual O GLOBO teve acesso. O estado passou à frente de Minas Gerais e São Paulo, que receberam, respectivamente, USD 10,6 bilhões e USD 10,4 bilhões.
A locomotiva desses investimentos bilionários é o petróleo na camada do pré-sal e o que a descoberta representa em termos de formação de cadeias de fornecedores dos mais variados segmentos da economia, como construção naval e siderurgia. Os americanos são os maiores investidores estrangeiros, com projetos específicos e em parceria com empresas brasileiras. Atualmente, há projetos espalhados por todo o estado. Em São João da Barra, no Norte Fluminense, destacam-se a construção de uma usina para a produção de placas de aço pela Ternium, no valor de US$ 6 bilhões, além da construção do Superporto do Açu, que vai consumir outros R$ 3,4 bilhões. Em Angra dos Reis, a Technip destina R$ 700 milhões na ampliação do porto da cidade.
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Fonte: O Globo, Economia
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Pré-sal: Cabral tenta consenso para royalties
O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, propôs ontem ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, elevar em 30% as participações especiais, cobradas pelo governo das empresas que exploram campos altamente produtivos. Ele explicou que essa fórmula agradaria aos Estados produtores e aos não produtores de petróleo, evitando um impasse na negociação. Governadores correm contra o tempo para chegar a um consenso sobre a divisão dos royalties do petróleo do pré-sal.
Cabral disse que sua proposta evitaria perda de arrecadação da União e dos Estados produtores, como o Rio e Espírito Santo, e beneficiaria os Estados e municípios não produtores de petróleo com uma receita adicional de R$ 3 bilhões. O custo da medida recairia sobre as empresas de petróleo, como a Petrobrás. Por isso, a ideia não agrada ao Executivo federal. Na área técnica, o argumento é que o aumento do custo poderia prejudicar os investimentos da petrolífera. Mantega, segundo Cabral, avaliará a proposta.
Fonte:Estadão, Economia - Renata Veríssimo
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Cabral disse que sua proposta evitaria perda de arrecadação da União e dos Estados produtores, como o Rio e Espírito Santo, e beneficiaria os Estados e municípios não produtores de petróleo com uma receita adicional de R$ 3 bilhões. O custo da medida recairia sobre as empresas de petróleo, como a Petrobrás. Por isso, a ideia não agrada ao Executivo federal. Na área técnica, o argumento é que o aumento do custo poderia prejudicar os investimentos da petrolífera. Mantega, segundo Cabral, avaliará a proposta.
Fonte:Estadão, Economia - Renata Veríssimo
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Gasolina será importada para substituir etanol
A Petrobras terá de importar a gasolina extra necessária para compensar a redução da mistura de etanol anidro no combustível a partir de outubro. As refinarias estão “no limite da capacidade”, segundo o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. A mudança na mistura de etanol na gasolina poderá mais que dobrar a necessidade de importação do derivado de petróleo pelo País.
Para substituir o anidro, o Brasil precisará de 550 mil barris a mais de gasolina por mês, conforme cálculos do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Neste ano, a Petrobras importou em média 400 mil barris por mês. Para Costa, outras distribuidoras de combustíveis deveriam importar mais gasolina para dar conta do aumento das necessidades do produto a partir de outubro. As distribuidoras de combustíveis, que também fazem a mistura de álcool na gasolina, a exemplo da BR, da Petrobras, têm respaldo legal para importar combustíveis, desde que sejam autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte: Jornal do Comércio
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Para substituir o anidro, o Brasil precisará de 550 mil barris a mais de gasolina por mês, conforme cálculos do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Neste ano, a Petrobras importou em média 400 mil barris por mês. Para Costa, outras distribuidoras de combustíveis deveriam importar mais gasolina para dar conta do aumento das necessidades do produto a partir de outubro. As distribuidoras de combustíveis, que também fazem a mistura de álcool na gasolina, a exemplo da BR, da Petrobras, têm respaldo legal para importar combustíveis, desde que sejam autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte: Jornal do Comércio
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Produção de gás no pré-sal começa na próxima semana
O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella revelou, na manhã de ontem, que a produção de gás no pré-sal deve começar já na próxima semana. “É um fato histórico”, avaliou, durante palestra que abriu seminário sobre o desenvolvimento da cadeia de fornecedores de petróleo e gás, realizado na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.
“Acabo de receber a notícia de que o gasoduto que liga o campo de Lula à plataforma de Mexilhão já está sendo pressurizado e, na próxima semana, devemos ter o primeiro gás do pré-sal no mercado brasileiro”, revelou o diretor. Ele ressaltou o crescimento da produção previsto para os próximos anos. Hoje, a Petrobras produz 2,5 milhões de barris de óleo equivalente por dia (óleo e gás) no Brasil e no exterior e a previsão é chegar a 3,7 milhões em 2015 e 6 milhões de bpd em 2020.
Fonte: Redação NN
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“Acabo de receber a notícia de que o gasoduto que liga o campo de Lula à plataforma de Mexilhão já está sendo pressurizado e, na próxima semana, devemos ter o primeiro gás do pré-sal no mercado brasileiro”, revelou o diretor. Ele ressaltou o crescimento da produção previsto para os próximos anos. Hoje, a Petrobras produz 2,5 milhões de barris de óleo equivalente por dia (óleo e gás) no Brasil e no exterior e a previsão é chegar a 3,7 milhões em 2015 e 6 milhões de bpd em 2020.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Setor petrolífero discute Repetro ADE-DIANA
Foi realizado nesta sexta-feira, no Centro de Treinamento do NN (CTNN) o curso Repetro com foco na habilitação ADE – DIANA, ministrado pelo auditor fiscal da Receita Federal do Brasil, Pedro Thiago. O treinamento contou com a presença de 23 profissionais de diferentes empresas que atuam no setor petrolífero.
“O repetro é o regime aduaneiro especial que beneficia bens empregados na atividade de exploração e produção de petróleo. Possibilita a exportação ou importação desses bens com a suspensão do pagamento de tributos”, explica o auditor. Segundo ele, trata-se de um regime muito utilizado pelas empresas que prestam serviços às concessionárias da ANP.
Com uma linguagem prática, o curso mostrou às pessoas os procedimentos previstos na legislação e também algumas exigências por parte da DIANA - Divisão de Administração Aduaneira, um setor da superintendência do Rio de Janeiro, responsável por analisar os contratos e conceder habilitação - que necessariamente não estão previstas nas normas.
Analista de contratação de bens e serviços da OGX, Abílio Andrade, aprovou o curso e a clareza na transmissão dos conhecimentos do auditor Pedro Thiago. “Foi válido. Vai ajudar bastante no dia-a-dia, considerando que temos processos de importação que caem na história do repetro", diz ele.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Petrobras atribui queda na produção ao aumento na fiscalização
A Petrobras divulgou ontem os dados da produção referentes a julho. De acordo com os números, a produção de petróleo da estatal no Brasil, de 1,968 milhão de barris diários apresentou queda de 3,8% frente ao mês anterior, o que configura o menor nível desde outubro de 2010. Já a produção de gás natural teve aumento de 8% em relação a julho do ano passado. Considerando a produção de óleo e gás, a Petrobras gerou 2,325 milhões de barris de óleo equivalentes por dia (boed), registrando uma queda de 3,5% em comparação a junho.
A Petrobras justificou a diminuição da produção como "consequência de um programa de manutenções em plataformas na Bacia de Campos". Já o presidente da estatal, afirmou que a queda se explica pelo aumento do nível de exigência oriundo das fiscalizações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ministério do Trabalho e Marinha. Esse fato, segundo o executivo, interrompeu a atividade de algumas plataformas no período. Entretanto, Gabrielli disse acreditar que a companhia irá atingir a meta desse ano: 2,1 milhões de barris médios.
Fonte: NN A Mídia do Petróleo
No site do NN - A Mídia do Petróleo você acompanha as notícias do setor em tempo real.
A Petrobras justificou a diminuição da produção como "consequência de um programa de manutenções em plataformas na Bacia de Campos". Já o presidente da estatal, afirmou que a queda se explica pelo aumento do nível de exigência oriundo das fiscalizações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ministério do Trabalho e Marinha. Esse fato, segundo o executivo, interrompeu a atividade de algumas plataformas no período. Entretanto, Gabrielli disse acreditar que a companhia irá atingir a meta desse ano: 2,1 milhões de barris médios.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
ANP pode multar oito empresas em R$ 30 milhões por falta de contéudo local
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou ontem que, fora a Petrobras, multada em R$ 29,196 milhões por não cumprir integralmente a norma de conteúdo local em 44 blocos da quinta e sexta rodadas de licitação, outras oito empresas podem sofrer com o mesmo problema. Juntas, as companhias podem ser multadas em aproximadamente R$ 30 milhões, referentes a 29 blocos. De acordo com a agência reguladora, o valor poderá ser alterado porque as empresas ainda estão apresentando defesa junto à ANP.
Segundo o novo diretor do órgão, Florival Rodrigues, a ANP está fechando as próximas notificações, para que se inicie todo o processo de cobrança das multas, assim que as empresas sejam comunicadas. As companhias envolvidas nas quinta e sexta rodadas foram a Shell, Maersk, Sonangol Starfish, Partex, Petrogal, Aurizônia, Quantra e PetroSynergy. "Todas que participaram da quinta e sexta rodadas têm problemas de conteúdo local", disse Florival, sobre o fato de as empresas terem dado, à época, lances com alto percentual de conteúdo local para arrematarem seus blocos.
Visando capacitar os fornecedores na compreensão da metodologia de cálculo e certificação de conteúdo local, atendendo a Resolução ANP n° 36 de 13.11.2007, o Centro de Treinamento do NN (CTNN) realiza hoje o Workshop Conteúdo Local. Acompanhe o NN diariamente e aguarde, em breve, a próxima edição do evento!
Fonte: NN Redação. Leia mais
Segundo o novo diretor do órgão, Florival Rodrigues, a ANP está fechando as próximas notificações, para que se inicie todo o processo de cobrança das multas, assim que as empresas sejam comunicadas. As companhias envolvidas nas quinta e sexta rodadas foram a Shell, Maersk, Sonangol Starfish, Partex, Petrogal, Aurizônia, Quantra e PetroSynergy. "Todas que participaram da quinta e sexta rodadas têm problemas de conteúdo local", disse Florival, sobre o fato de as empresas terem dado, à época, lances com alto percentual de conteúdo local para arrematarem seus blocos.
Visando capacitar os fornecedores na compreensão da metodologia de cálculo e certificação de conteúdo local, atendendo a Resolução ANP n° 36 de 13.11.2007, o Centro de Treinamento do NN (CTNN) realiza hoje o Workshop Conteúdo Local. Acompanhe o NN diariamente e aguarde, em breve, a próxima edição do evento!
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Petróleo está fora de política industrial
A Petrobras terá de tocar seu plano de investimento de USD 224,7 bilhões nos próximos cinco anos sem contar com o apoio de uma política industrial específica para o setor de petróleo e gás. O plano de negócios da empresa é chamado pelo presidente da companhia, José Sergio Gabrielli, de "Plano Marshall" para o pré-sal. O Marshall original foi um programa dos Estados Unidos para auxiliar a Europa após a Segunda Guerra Mundial. Apesar das promessas, até hoje o governo federal não definiu uma política industrial para o setor.
De acordo com a Organização Nacional da Indústria do Petróleo, se não houver o engajamento das empresas brasileiras, haverá menos 1,5 milhão de empregos no setor. A Petrobras aguarda o anúncio de uma política industrial capaz de ajudá-la a alcançar o conteúido nacional nos equipamentos que serão contratados no brasil para exploração e produção. Apesar de considerar fundamental para o país, Gabrielli preferiu não polemizar. Disse ontem, em evento em São Paulo, que o governo federal "está preocupado" e vai propor um projeto voltado exclusivamente ao setor.
Na próxima sexta-feira (19/08) será realizado no Centro de Treinamento do NN (CTNN) o Workshop Conteúdo Local. Veja o convite e participe.
Fonte: Folha, Mercado - Agnaldo Brito
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Para um jornalismo com princípios
No último dia 9 as Organizações Globo produziram uma Carta de Princípios. O documento visa a orientar todos os seus três mil jornalistas quanto ao exercício da profissão. Neste, o jornalismo se define como um conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. No texto estão relacionados os atributos imprescindíveis à informação de qualidade, além da forma como este profissional deve se relacionar com o público, com as suas fontes, com os colegas e o veículo de trabalho.
A apreensão da realidade, a isenção do jornalista, questões éticas voltam à tona quando a “Era Digital” democratiza e confere maior alcance a informação. O direito à privacidade não deve ser burlado, as fontes devem estar aptas para falar a respeito do que são questionadas e os gostos pessoais e preconceitos não podem influenciar na notícia. É fundamental um esforço constante de avaliação daquele que busca a notícia, uma vez que a fronteira entre o público e o privado sempre foi tênue e perigosa. No entanto, tais quesitos serão sempre abarcados conforme a opinião de cada veículo, que insere ali a sua ótica mediante crenças previamente estabelecidas.
O documento gerou grande polêmica entre os profissionais da imprensa nos fóruns de discussões na internet e a confusão aumenta quando não se sabe mais quem é ou quem não é jornalista e quando não existe mais a obrigatoriedade do diploma para se exercer a profissão. Segundo os donos das Organizações Globo, a Carta de Princípios não é propriamente um manual, mas um meio de enfatizar e balizar os procedimentos jornalísticos do grupo numa época em que a internet dá voz a diversos autores. Independente do veículo a que pertence é notório que todo jornalista deve se aproximar da realidade da forma mais assertiva possível. Para além de conhecimentos técnicos de apuração e realização dos textos jornalísticos, a publicação deste texto reforça o fato de que é a ética que deve estar acima de todas as questões.
A apreensão da realidade, a isenção do jornalista, questões éticas voltam à tona quando a “Era Digital” democratiza e confere maior alcance a informação. O direito à privacidade não deve ser burlado, as fontes devem estar aptas para falar a respeito do que são questionadas e os gostos pessoais e preconceitos não podem influenciar na notícia. É fundamental um esforço constante de avaliação daquele que busca a notícia, uma vez que a fronteira entre o público e o privado sempre foi tênue e perigosa. No entanto, tais quesitos serão sempre abarcados conforme a opinião de cada veículo, que insere ali a sua ótica mediante crenças previamente estabelecidas.
O documento gerou grande polêmica entre os profissionais da imprensa nos fóruns de discussões na internet e a confusão aumenta quando não se sabe mais quem é ou quem não é jornalista e quando não existe mais a obrigatoriedade do diploma para se exercer a profissão. Segundo os donos das Organizações Globo, a Carta de Princípios não é propriamente um manual, mas um meio de enfatizar e balizar os procedimentos jornalísticos do grupo numa época em que a internet dá voz a diversos autores. Independente do veículo a que pertence é notório que todo jornalista deve se aproximar da realidade da forma mais assertiva possível. Para além de conhecimentos técnicos de apuração e realização dos textos jornalísticos, a publicação deste texto reforça o fato de que é a ética que deve estar acima de todas as questões.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O boom do jornal impresso
Sempre que um novo meio de comunicação aparece, automaticamente decreta-se o fim de um tipo de mídia anterior. Foi assim quando o império das comunicações era ditado pelos jornais impressos e se viu ameaçado pela chegada de um novo tipo de meio – o rádio. Até então, a tendência era saber das notícias com no mínimo dois ou três dias de distância do acontecimento. Com a chegada da internet e logo depois com as mídias sociais, os jovens com certeza iam aderir a tecnologia, e com o tempo o jornal impresso iria sumir das bancas nas esquinas de nossas casas. Mas semana passada, uma pesquisa mostrou que não é bem assim.
Segundo o Instituo Verificador de Circulação (IVC), no primeiro semestre de 2011 a circulação auditada de jornais no Brasil foi recorde: 4,4 milhões de exemplares diários. O jornal de maior circulação no país é a Folha de S.Paulo, que registrou alta de 5% no período e publica em média 306 mil exemplares por dia. Na sequência aparecem o jornal Super Notícia (302 mil), O Globo (264 mil), O Estado de S.Paulo (253 mil) e o Extra (236 mil). Considerando também os jornais não auditados (o Brasil tem 652 jornais diários), a estimativa é que sejam mais de 8 milhões de exemplares de jornal por dia.
Como se estima que cada jornal é lido por cerca de quatro pessoas, são mais de 32 milhões de leitores diários no Brasil. De 2004 ao primeiro semestre de 2011, a circulação de jornais cresceu 32,7%. No relatório divulgado, foi considerada toda a circulação paga verificada pelo Instituto. O órgão sem fins lucrativos fornece dados sobre tráfego na internet e circulação de meios impressos. É formado por anunciantes, agências de propaganda e editores. Diários com preço de capa até 99 centavos foram os que mais venderam, com aumento de 12,9%. Em seguida, com 5,1%, cresceu a venda de exemplares avulsos. Além disso, as assinaturas de jornais também foram valorizadas em cerca de 3%.
Fonte: Redação NN - Rodrigo Leitão
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