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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Petrobras atribui queda na produção ao aumento na fiscalização

A Petrobras divulgou ontem os dados da produção referentes a julho. De acordo com os números, a produção de petróleo da estatal no Brasil, de 1,968 milhão de barris diários apresentou queda de 3,8% frente ao mês anterior, o que configura o menor nível desde outubro de 2010. Já a produção de gás natural teve aumento de 8% em relação a julho do ano passado. Considerando a produção de óleo e gás, a Petrobras gerou 2,325 milhões de barris de óleo equivalentes por dia (boed), registrando uma queda de 3,5% em comparação a junho.

A Petrobras justificou a diminuição da produção como "consequência de um programa de manutenções em plataformas na Bacia de Campos". Já o presidente da estatal, afirmou que a queda se explica pelo aumento do nível de exigência oriundo das fiscalizações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ministério do Trabalho e Marinha. Esse fato, segundo o executivo, interrompeu a atividade de algumas plataformas no período. Entretanto, Gabrielli disse acreditar que a companhia irá atingir a meta desse ano: 2,1 milhões de barris médios.

Fonte: NN A Mídia do Petróleo
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Competitividade e qualificação são os desafios para o pré-sal


O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, participou ontem na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), da abertura do ciclo de palestras do Seminário "Qualificar e Competir: Petróleo & Gás Natural ". O presidente fez a apresentação do Plano de Negócios 2011-2015 e falou sobre a necessidade de capacitação da indústria e da mão-de-obra do setor de óleo e gás. Em sua apresentação, Gabrielli estimulou os empresários a pensar no longo prazo e visar a competitividade internacional da cadeia produtiva. "O futuro do mundo está em águas profundas. Agora está no Brasil, mas pode ser que daqui a algum tempo esteja na África, no Ártico, ou em outros lugares”, disse.

De acordo com o vice-presidente da Firjan, Raul Sanson, lá fora os números não estão tão firmes. “É preciso, tirar todo o proveito possível dessa parcela de investimentos para tentar agregar o máximo de conteúdo local e movimentar essa vasta cadeia produtiva, que gera muitos empregos no pais” . No evento, Gabrielli também mencionou diversas iniciativas que já proporcionam o desenvolvimento do conhecimento e da pesquisa em tecnologia (Redes Temáticas), da cadeia de fornecedores (Progredir) e da capacitação de profissionais (Prominp).  O presidente falou ainda sobre a necessidade de uma parceria entre os diferentes atores da indústria do petróleo e gás. “Se passarmos para uma fase de crescimento de curva de aprendizado, com o estágio atual do conhecimento, ao mesmo tempo em que adicionarmos novas tecnologias, daremos um salto. O futuro do petróleo no mundo está em águas profundas.”

Fonte: Redação NN
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