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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Presença na Niteroi Naval Offshore


Smart Express na NNO

Fonte: NN - Redação


Realizada entre os dias 7 e 10 de novembro no Caminho Niemeyer, em Niterói (RJ), a Niterói Naval Offshore (NNO) promete movimentar o setor naval da cidade onde essa indústria começou, com o Estaleiro Mauá. “A NNO 2011 é uma oportunidade em que o empresário especializado poderá expor os seus produtos e serviços a uma gama bastante ampla de visitantes empresariais, profissionais e administradores”, explica Pedro Thadeu Silva, presidente do Instituto de Tecnologia Aplicada a Energia e Sustentabilidade Socioambiental (ITAESA), que organiza a feira, ressaltando as possibilidades de negócios no evento.
A Smart Express®, empresa de remessas expressas do Grupo Nicomex, também estará presente na NNO, demonstrando para as companhias e visitantes as vantagens do serviço de importação e exportação de peças e equipamentos em tempo reduzido – 24 horas – no setor offshore. “A feira é um momento único para apresentarmos nossos serviços e, também, verificarmos a indústria, saber quais as novas tendências e demandas”, ressalta o Diretor do grupo, Gilberto Castro.
Confira outras notícias na editoria de petróleo do NN: http://euleionn.com.br/noticias/petroleo 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Controle de qualidade é fundamental, mas precisa sacrificar importador?

Semana passada, postei uma entrevista concedida por Alberto Machado, diretor executivo de O&G da Abimaq, à coluna 5x Petróleo do portal NN, na qual o executivo tratou dos custos de importação de máquinas e equipamentos para o setor naval, além de perspectivas da indústria com a intensificação da prospecção no pré-sal brasileiro. Na mesma linha, hoje trago uma reportagem que trata de outra preocupação do importador: aumento dos custos de importação com a inclusão de mais uma etapa no fluxo aduaneiro.

Importadores temem demora com fiscalização do Inmetro.
Fonte: Folha, Mercado Aberto - Maria Cristina Frias.
A medida do governo que delega ao Inmetro a responsabilidade de fiscalizar a qualidade dos produtos importados preocupa os importadores do setor de máquinas. "Nós somos favoráveis, mas tememos que colocar mais uma fiscalização nos portos e aeroportos torne o processo de desembaraço aduaneiro mais moroso do que já é", diz Ennio Crispino, presidente da Abimei (associação dos importadores de máquinas e equipamentos).

Uma carga para ser liberada na alfândega demora atualmente de cinco a sete dias úteis, segundo Crispino. "A demora maior vai causar prejuízo para os empresários, tanto na linha de produção como nos custos de armazenagem", diz ele. "O instituto não deve ter contingente suficiente para estar em todas as entradas." A delegação de fiscalizar foi dada ao Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), autarquia vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, na semana passada, dentro das medidas do Brasil Maior.
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